FFPL: O que pode fazer a diferença hoje? – Prévia da final – Free Fire Esports

Texto por: Daniel Esdras

O clima na Arena Carioca 1 está simplesmente incrível. Aos poucos, os milhares de torcedores que irão acompanhar a grande final da 3ª temporada da Free Fire Pro League (FFPL) vão tomando seus lugares. Dos mais de 1500 times que participaram da fase inicial do torneio, apenas doze chegaram para disputar os R$35 mil de premiação e as tão desejadas duas vagas para o Mundial.

Serão oito quedas que vão definir os vencedores e mudar para sempre a vida dos jogadores dessas equipes. Em um torneio tão disputado, com tantas histórias e variáveis em jogo, o que pode fazer a diferença e garantir o título para uma delas?

imagem19-03-2022-05-03-31Torcedores já estão chegando na Arena Carioca 1 para acompanhar as finais da Pro League (Foto: Garena)

Entrosamento

Se tem algo que os campeonatos de Free Fire vêm mostrando, é que só talento individual não basta para garantir os resultados. O trabalho em equipe é essencial para fazer as rotações e chamadas corretas, sem colocar o time em maus lençóis.

Como o número de quedas é limitado, não há espaço para erros, e os detalhes farão a diferença. Nessa hora, a equipe que tiver a melhor comunicação e tomar as melhores decisões sai na frente.

O time da paiN Gaming, ex-New X, são um exemplo claro de como o tempo jogando junto faz toda a diferença. Na última fase deitaram e rolaram no grupo. Muito disso, segundo os próprios jogadores do time, se deve ao trabalho em equipe e entrosamento. Com a confiança nos companheiros em dia e tomadas de decisão rápidas, os garotos conseguem manter um ritmo alucinante durante o jogo, sempre colocando pressão nos adversários.

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Já outros times, como a INTZ, tem uma formação mais recente, com jogadores que ainda estão se conhecendo. Na arena, ao vivo, com milhares de pessoas gritando, será mais difícil manter o alto nível se o entrosamento não estiver em dia e as decisões não forem tomadas de forma natural.

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Experiência em torneios internacionais

Jogar bem nas fases de grupo, no conforto de um quarto isolado, é totalmente diferente de se dar bem quando uma multidão está assistindo, vibrando e também “cornetando” cada errinho.

Alguns times contam com jogadores com ampla experiência em campeonatos presenciais, não só aqui no Brasil, mas também no exterior. Isso pesa bastante, já que o nervosismo induz não só a erros como também a problemas de comunicação.

Quem tiver nervos de aço, e for gelado para jogar tranquilo, vai levar vantagem.

Treinamento com o aparelho da final

Um dos grandes problemas da LOUD – uma das equipes favoritas ao título – na temporada passada da Pro League foi a adaptação com o aparelho celular utilizado nas finais.

Uma tela maior ou menor, com diferenças no controle, faz muita diferença em um evento tão rápido, onde não há espaços para erro e nem tempo para adaptação. Por conta disso, vários times já estão treinando com os aparelhos que serão utilizados na final, como a própria LOUD e a paiN Gaming. Já outros não tiveram essa oportunidade e isso pode fazer uma diferença enorme.

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Estratégias adotadas

Com o fim da fase de grupos, os times começaram o processo de estudo dos adversários. Com certeza foram horas e horas de replays analisados e agora cada um se encontra com a estratégia em dia para enfrentar os rivais.

Na hora que o “bicho pegar”, no entanto, as coisas podem não correr tão bem. Sabendo que estão sendo estudadas, as melhores equipes provavelmente já prepararam estratégias para surpreender, como locais diferentes para cair em cada mapa e rotações inusitadas.

Os campeões vão ser aqueles que não só prepararem as melhores estratégias, mas também aqueles que vão conseguir executá-las e também se adaptar em tempo real para as surpresas dos adversários.

Estrutura

Ter uma organização forte por trás, que garante a tranquilidade para treinar e se preparar, faz toda a diferença. Como foi citado acima, treinar com o celular da final é uma dessas vantagens de defender uma equipe poderosa, mas vai além disso.

O Corinthians, por exemplo, possuem uma equipe para analisar jogadas, se preocupar com imprensa/público e deixar os jogadores focados em apenas jogar.

Toda essa estrutura que vários times possuem pode fazer toda a diferença, com jogadores que vão chegar mais focados em apenas se desempenhar bem dentro de jogo e tiveram o que de melhor existe para se preparar.

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Fator psicológico

O fato do campeonato ser presencial é pesado para o psicológico, mas os resultados após cada queda são ainda mais. Os times que não derem conta de mandar bem logo no início vão precisar de se recuperar rápido. Em campeonatos assim, a tendência é que cada erro tenha um peso para os próximos, muito por conta do abatimento psicológico.

Para os times que vão começar com tudo, vai ser preciso manter os pés no chão, sem perder o foco. Um momento de vacilo pode trazer um adversário de volta e custar pontos preciosos para sair com o título.

A palavra chave é momento. O time que conseguir aproveitar o momento e crescer psicologicamente, vai definitivamente deixar a Arena Carioca com uma das vagas para o Mundial.

Resumo

Como serão várias quedas e horas de campeonato, todos esses fatores vão estar presentes durante as partidas. Será preciso muita concentração para superar os problemas ou desvantagens que vieram da preparação, e foco total durante todos os momentos, para conseguir superar todos os adversários.

E você? Já escolheu a sua torcida? Acompanhe aqui a cobertura oficial da 3ª temporada da Free Fire Pro League. A transmissão ao vivo começará às 12h30, no canal oficial do Free Fire – Brasil no YouTube.

Fonte: www.ffesportsbr.com.br/2019/11/09/ffpl-o-que-pode-fazer-a-diferenca-hoje-previa-da-final