Prefeitura do Rio de Janeiro lança página com dados abertos sobre a cidade – Tecnoblog

#tb-achados-cont { background: var(–bg-achados); border-radius: 5px; display: flex; justify-content: space-between; padding: 0 .25rem 0 0; overflow: hidden; margin-block-start: 0; margin-top: 0; margin-block-end: 1rem; max-height: 35px; width: 100%; } #tb-achados-cont .hide-desktop { display: none; } #tb-achados-cont .tb-achados-logo-cont{ flex: 0 1 160px; display: flex; align-items: center; position: relative; } [dark-mode=”no”] #tb-achados-cont .logo-achados, #tb-achados-cont .logo-achados { display: block; width: 100%; height: 120%; position: absolute; background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-light-mode.svg) no-repeat left; } [dark-mode=”yes”] #tb-achados-cont .logo-achados { background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-dark-mode.svg) no-repeat left; } @media (prefers-color-scheme: dark) { body:not(.amp-dark-mode) #tb-achados-cont .logo-achados{ background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-light-mode.svg) no-repeat left; } body.amp-dark-mode #tb-achados-cont .logo-achados, html:not([amp], [dark-mode=”no”]) body #tb-achados-cont .logo-achados { background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-dark-mode.svg) no-repeat left; } } #tb-achados-cont .tb-achados-logo-cont img { height: 100%; object-fit: contain; } #tb-achados-cont .tb-achados-info p { font-size: 14px; letter-spacing: .2px; margin: -2px 0 0 0; } #tb-achados-cont a, #tb-achados-cont .tb-achados-info p { color: var(–achados-link); } #tb-achados-cont a { text-decoration: none; } #tb-achados-cont p span { font-weight: bold; text-decoration: underline; } .tb-achados-info{ flex: 1; margin-left: 2rem; justify-content: flex-end; } .tb-achados-info, .tb-achados-btn { display: flex; align-items: center; } #tb-achados-cont .btn-tb { padding: .25rem .5rem; margin: .25rem 0 .25rem .5rem; border-radius: 5px; display: flex; align-items: center; font-size: 13px; transition: .2s all ease; color: white; border: 0; } #tb-achados-cont .btn-tb:hover { color: white; } .btn-tb span { margin-left: .5rem; } .btn-tb img { width: 16px; max-height: 16px; height: 16px; object-fit: contain; } .btn-achados-wpp { background: #00BC10; } .btn-achados-wpp:hover { background: #00A10E; } .btn-achados-telegram { background: #0088D6; } .btn-achados-telegram:hover { background: #0078BD; } .tb-money-bag { display: inline-block; width: 1rem; height: 1rem; content: url(“data:image/svg+xml;base64,PHN2ZyB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciIHZpZXdCb3g9IjAgMCAzNiAzNiI+PHBhdGggZmlsbD0iI0ZERDg4OCIgZD0iTTMxLjg5OCAyMy45MzhDMzEuMyAxNy4zMiAyOCAxNCAyOCAxNGwtNi04aC04bC02IDhzLTEuNDE5IDEuNDMzLTIuNTY3IDQuMjc1QzMuNDQ0IDE4LjkzNSAyIDIwLjc4OSAyIDIzYzAgMS40NDguNjI1IDIuNzQyIDEuNjA5IDMuNjU1QzMuMjMzIDI3LjM1NyAzIDI4LjE0NyAzIDI5YzAgMS45NTggMS4xMzYgMy42MzYgMi43NzUgNC40NTZDNy4wNTggMzUuMzc4IDguNzcyIDM2IDEwIDM2aDE2YzEuMzc5IDAgMy4zNzMtLjc3OSA0LjY3OC0zLjMxQzMyLjYwOSAzMS45OTkgMzQgMzAuMTcgMzQgMjhjMC0xLjY3OC0uODM0LTMuMTU0LTIuMTAyLTQuMDYyek0xOCA2Yy41NSAwIDEuMDU4LS4xNTggMS41LS40MTYuNDQzLjI1OC45NTEuNDE2IDEuNS40MTYgMS42NTcgMCA0LTIuMzQ0IDQtNCAwIDAgMC0yLTItMi0uNzg4IDAtMSAxLTIgMXMtMS0xLTMtMS0yIDEtMyAxLTEuMjExLTEtMi0xYy0yIDAtMiAyLTIgMiAwIDEuNjU2IDIuMzQ0IDQgNCA0IC41NDkgMCAxLjA1Ny0uMTU4IDEuNS0uNDE2LjQ0My4yNTguOTUxLjQxNiAxLjUuNDE2eiIvPjxwYXRoIGZpbGw9IiNCRjY5NTIiIGQ9Ik0yNCA2YzAgLjU1Mi0uNDQ3IDEtMSAxSDEzYy0uNTUyIDAtMS0uNDQ4LTEtMXMuNDQ4LTEgMS0xaDEwYy41NTMgMCAxIC40NDggMSAxeiIvPjxwYXRoIGZpbGw9IiM2Nzc1N0YiIGQ9Ik0yMy45MDEgMjQuNTQyYzAtNC40NzctOC41ODEtNC4xODUtOC41ODEtNi44ODYgMC0xLjMwOCAxLjMwMS0xLjk0NyAyLjgxMS0xLjk0NyAyLjUzOCAwIDIuOTkgMS41NjkgNC4xMzkgMS41NjkuODEzIDAgMS4yMDUtLjQ5MyAxLjIwNS0xLjA0NiAwLTEuMjg0LTIuMDI0LTIuMjU2LTMuOTY1LTIuNTkyVjEyLjRjMC0uNzczLS42NS0xLjQtMS40NTQtMS40LS44MDUgMC0xLjQ1Ni42MjctMS40NTYgMS40djEuMjgzYy0yLjExNi40NjMtMy45MzcgMS44NzUtMy45MzcgNC4xNzYgMCA0LjI5OSA4LjU3OSA0LjEyNSA4LjU3OSA3LjE0NSAwIDEuMDQ3LTEuMTc4IDIuMDkzLTMuMTExIDIuMDkzLTIuOTAxIDAtMy44NjctMS44ODktNS4wNDUtMS44ODktLjU3NCAwLTEuMDg3LjQ2NC0xLjA4NyAxLjE2NCAwIDEuMTEzIDEuOTM4IDIuNDUxIDQuNjAzIDIuODI0bC0uMDAxLjAxdjEuMzk4YzAgLjc3Mi42NTIgMS40IDEuNDU2IDEuNC44MDQgMCAxLjQ1NS0uNjI4IDEuNDU1LTEuNHYtMS4zOThjMC0uMDE3LS4wMDgtLjAzLS4wMDktLjA0NSAyLjM5OC0uNDMgNC4zOTgtMS45MzIgNC4zOTgtNC42MTl6Ii8+PC9zdmc+”); vertical-align: -0.125rem; } /* AMP */ .amp-wp-article-content #tb-achados-cont{ max-height: none; } @media only screen and (max-width: 1024px) { [dark-mode=”no”] #tb-achados-cont .logo-achados, #tb-achados-cont .logo-achados{ height: 130%; } #tb-achados-cont .hide-desktop { display: block; } #tb-achados-cont .hide-mobile { display: none !important; } #tb-achados-cont { max-height: 47px; margin-block-start: 15px; padding: .25rem .25rem .25rem 0; } #tb-achados-cont .tb-achados-logo-cont{ flex: 0 1 170px; } #tb-achados-cont .tb-achados-info { margin-left: 0; } #tb-achados-cont .btn-tb { margin: 0 0 0 .25rem; padding: .4rem; width: 30px; height: 30px; box-sizing: border-box; } #tb-achados-cont .btn-tb > img { max-height: 20px; max-width: 20px; margin: 0; } #tb-achados-cont .tb-achados-info p{ line-height: 1.2; margin: auto 0; text-align: right; } #tb-achados-cont .tb-achados-logo-cont img { width: 70px; margin: 0; } #tb-achados-cont .tb-achados-logo-cont amp-img { width: 80px; } .btn-tb img{ width: 20px; height: 20px; } } @media only screen and (max-width: 767px) { #tb-achados-cont{ padding: .2rem .5rem .2rem 0; margin: 1.65rem -15px !important; width: 100vw; border-radius: 0; box-sizing: border-box; } #tb-achados-cont .tb-achados-info p { font-size: 13px; margin-left: -15px; } #tb-achados-cont .btn-tb { margin-left: .5rem; } #tb-achados-cont .btn-tb > img { max-width: 25px; max-height: 25px; } .btn-tb img { width: 25px; height: 25px; } [dark-mode=”no”] #tb-achados-cont .logo-achados, #tb-achados-cont .logo-achados { width: 100%; height: 120%; background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-light-mode-mobile.svg) no-repeat left; } .amp-dark-mode #tb-achados-cont .logo-achados, [dark-mode=”yes”] #tb-achados-cont .logo-achados { background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-dark-mode-mobile.svg) no-repeat left; } @media (prefers-color-scheme: dark) { #tb-achados-cont .logo-achados { background: url( https://tecnoblog.net/wp-content/themes/tb/img/achados/logo-dark-mode-mobile.svg) no-repeat left; } } }

As melhores ofertas, sem rabo preso

WhatsApp Telegram

Os cariocas, jornalistas, pesquisadores e mais pessoas já podem acessar os dados abertos sobre a Cidade Maravilhosa com mais facilidade. Nesta sexta-feira (10), a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou o Datalake, um repositório para armazenar, processar e disponibilizar informações de autarquias, empresas municipais e secretarias. A nova solução está disponível ao público em uma página do Data.Rio. 

    Iniciativa do Escritório de Dados do Rio de Janeiro, Datalake tem dados do Leme ao Pontal e mais (Imagem: Reprodução)

    A novidade oferece uma nova abordagem para conferir informações em tempo real sobre a cidade. A iniciativa parte do Escritório de Dados, um centro de pesquisa, formação e divulgação em ciência e visualização de dados da prefeitura. Além disso, a entidade é vinculada ao Gabinete do Prefeito.

    O verdadeiro propósito do Datalake é facilitar o acesso às informações abertas. Ao Tecnoblog, o responsável pelo Escritório de Dados, João Carabetta, afirmou que a solução engloba diversas esferas da prefeitura. E a melhor parte: é tudo grátis.

    “Com este repositório, será possível ter acesso a informações como a localização de buracos no asfalto, informações sobre o sistema GPS instalados em ônibus e também aos números de atendimento do Canal 1746”, explicou.

    Carabetta também detalhou as disparidades entre a nova solução e o Data.Rio, o repositório de dados gerais sobre a cidade. “A grande diferença entre o Data.Rio e o novo Datalake é a possibilidade de atualização em tempo real e integração de base”, disse. “Além de poder baixar os arquivos, o usuário conseguirá analisar os dados utilizando BigQuery, Python, R e também PowerBI”.

    Repositório da Prefeitura do Rio de Janeiro está disponível ao público no Data.Rio (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

    Datalake traz dados abertos do Rio de Janeiro

    O projeto reune informações de entidades do município. Em nota à imprensa, a Prefeitura destacou que a ideia é criar uma base de dados utilizando as tecnologias mais avançadas. Assim, todo esse repositório pode ser usados pela sociedade civil, universidades e empresas privadas possam desenvolver projetos e pesquisas em benefício da cidade.

    O projeto deu a largada ainda no ano passado, em um piloto. Mas algumas secretarias, como a de Educação, já utilizam a plataforma para acompanhar o cotidiano de alunos da rede municipal de ensino em tempo real, por exemplo. O repositório também vai receber informações de outras plataformas, como o aplicativo de mapas Waze.

    Todo esse apanhado pode ser utilizado em diversas frentes. “Quando um usuário reclamar de um buraco, por exemplo, a queixa chegará direto para a Secretaria de Conservação”, explicaram durante o lançamento. “O mesmo acontecerá com denúncias de sinais apagados, que serão direcionadas para a CET-Rio.”

    Segundo a Prefeitura, o próximo Desafio COR (Centro de Operações Rio) contará com dados pluviométricos de satélite e de radar que já estão disponíveis no Datalake. A nova rodada do evento terá como foco a prevenção de enchentes e deslizamentos.

    Nem o trânsito da Barra da Tijuca ficará de fora do Datalake (Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil)

    Dados podem ser usados por pesquisadores e mais

    As aplicações, é claro, não ficam presas somente à prefeitura. Por exemplo, ao acessar a base “Transporte Rodoviário: GPS dos Ônibus”, os usuários podem ter acesso a um arquivo com a localização dos ônibus da cidade. A página ainda informa um pequeno tutorial para extrair as informações com BigQuery, Python e R.

    Outra informação disponível é um mapa com os limites de bairros da cidade. Ao acessar a base “Limite de Bairros”, estudantes de arquitetura e urbanismo, ciência política, sociologia e outros cursos podem contribuir um banco de dados para trabalhar em suas pesquisas. Também há arquivos com chamados abertos no 1746, estações meteorológicas, logradouros e muito mais.

    O repositório Datalake está disponível no site do próprio Data.Rio: data.rio.

    Fonte: tecnoblog.net/noticias/2022/06/13/prefeitura-do-rio-de-janeiro-lanca-pagina-com-dados-abertos-sobre-a-cidade